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Mostrando postagens de 2014

SANTA LUZIA

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Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os Vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé. Ó Santa Luzia cuja dor dos olhos vazados não foi maior que a de negar a Jesus. E Deus com milagre extraordinário Vos devolveu outros olhos sãos e perfeitos para recompensar Vossa virtude e Vossa fé. Protetora das doenças dos olhos, eu recorro a Vós... (Faça a sua intenção) Agradeço o sucesso em minha cirurgia para correção da Miopia e pelo Tratamento de meu filho. Para que protegeis as minhas vistas e cureis as doenças dos meus olhos. Ó Santa Luzia conservai a luz dos meus olhos, para que eu possa ver as belezas da criação, o brilho do sol, o colorido das flores, o sorriso das crianças. Conservai também os olhos de minha alma, da fé, pelos quais eu posso ver meu Deus e aprender os seus ensinamentos para que eu possa aprender contigo e sempre recorrer a Vós. Santa Luzia, protegei os meus olhos e conservai a minha fé. Santa Luzia, dai-me luz e discernimento. Sa...

TEMPO DO ADVENTO

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Foto: Ir. Zuleides, ascj. O tempo do Advento, quatro semanas que antecedem o Natal, é oportunidade para um mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de esperança, preparação alegre para a vinda do Senhor, meio precioso de recordar o mistério da salvação e reavivar os valores cristãos. Começa às vésperas do domingo mais próximo do dia 30 de novembro. Tempo de esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, na vida eterna; esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida. É tempo propício à conversão, a " preparar o caminho do Senhor ", vencendo o pecado, por meio de uma disposição maior para a Oração e mergulho na Palavra. O Advento deve ser celebrado com sobriedade e discreta alegria. Flores e instrumentos musicais sejam usados com moderação, para não antecipar a plena alegria do Natal de Jesus. Coroa do Advento Entre os símbolos do Advento, está a coroa ou grinalda, feita de gal...

As velas do Tempo do Advento

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1º Domingo do Advento - Acende-se a  PRIMEIRA VELA Com.  A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal,  onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a  humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda  nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá. Oração: Pe. Deus da Esperança no tempo da espera. Deus da Coragem nas dificuldades. Deus da Serenidade no meio do medo. Deus da Paz no mundo em guerra. Deus da Luz no coração da noite: Vem e acende em nós a esperança, a coragem, a serenidade, a paz e a luz com a tua graça. Amém. (Acender a vela) 2º Domingo do Advento - Acende-se a  SEGUNDA VELA Com. A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá.  Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista...

Sementes Plantadas!

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Hoje é dia de agradecer, agradecer aqueles que nos ajudaram na realização de todas as etapas para chegarmos à celebração da Crisma... Agradecer o empenho e a fidelidade no compromisso assumido perante a Igreja de evangelizar em nome de Jesus. Senhores Pais: Gostaria de agradecer aos senhores por terem confiado á nós esta etapa tão importante da catequese para evangelização de seus filhos. Dizer também que o preparo e o cultivo da terra são tarefas árduas, muitas vezes os terrenos duros e áridos requerem o uso de ferramentas pesadas para abrir fendas profundas para cultivo e melhor aproveitamento do solo. Posso assegurar que todos os cuidados foram tomados antes de lançar as sementes, agora cabe a vocês o zelo por estas vidas tão especiais que Deus lhes confiou. Não desanimem e cuidem para que ervas daninha não contaminem nem sufoquem a vida de seus filhos. Valiosos tesouros confiados a vocês por Deus. Caros Padrinhos e Madrinhas: Deixo a cada um de vocês a responsabilidade de ze...

A conferência de Jerusalém

Melhor do que o termo Concílio fica o termo Conferência, pois não se trata da reunião de muitas igrejas, mas somente de duas, a de Antioquia e a de Jerusalém. Lc coloca esta narração no centro do livro para lhe dar destaque e importância. A conferência estabelece a unidade entre a igreja Antioquia e a de Jerusalém. A conferência dá legitimidade e continuidade a Paulo. Ele continua a história de Israel, de Jesus e dos Doze. Paulo não fundou nova religião. O capítulo 15 é todo de Lc. Ele descreve admiravelmente, porém, 30 ou 40 anos depois. O discurso de Pedro reflete a prática das comunidades lucanas, mas faz concessão aos judeu-cristãos (15,19.29). O texto apresenta problemas: a) Problemas históricos: há divergências históricas entre At 15 e Gl 1,16-2,14. Porém há mais convergências do que divergência. Estas últimas são relativas. B) Problemas de conteúdo: Gl 2,10 diz que os apóstolos pediram que Paulo se lembrasse dos pobres. At 15 não fala disso. O decreto apostólic...

RUMO À ANTIOQUIA (At 8-15)

Esta unidade pode ser entendida como o prelúdio da missão de Paulo. Fala-se da: a) Dispersão dos helenistas (8,1ss). A evangelização se expande até a Antioquia (11,19ss). Neste processo de expansão se evangeliza povos pagãos. b) Vocação de Paulo (9,1ss). Paulo é o grande fruto do modelo de igreja dos Sete, ou melhor, de Antioquia. c) Intervenção de Pedro (10,1ss). Este gesto prepara a missão de Paulo aos gentios. d) Fundação da comunidade de Antioquia (11,19ss). Esta cidade será a base da missão de Paulo e foco da expansão missionária. Todos estes elementos preparam a missão universal de Paulo. Mesmo descrevendo gestos de Pedro, Lc quer descrever e legitimar Paulo. A segunda parte se divide em duas partes:   1 - De Jerusalém a Antioquia (8,12) 2 - Antioquia inaugura a missão (13,1-15,35). 1 - De Jerusalém a Antioquia (8-12). Os capítulos que compõem esta transição têm o claro objetivo de mostrar como a Palavra vai vencendo os obstáculos e vai se abrindo para os...

OS SETE (HELENISTAS) (At 6-7)

Os cap.6-7 ainda refletem Jerusalém. No entanto, a eleição dos Sete reflete algo diferente:   • a passagem do cristianismo de cultura hebraica para a cultura grega. Este foi o fator determinante para a ocidentalização da Igreja e o primeiro passo para a missão de Paulo. Com os helenistas (judeus de fala grega) surgiu a universalização da Igreja. Eles, os Sete passam a ter uma estrutura própria. Não são dirigidos diretamente pelos Doze. Ainda que Lc diga que os Doze impuseram as mãos aos Sete, estes certamente têm outra orientação e, provavelmente geraram conflitos na comunidade, tanto com a Igreja nascente, como também com os judeus. O primeiro mártir é o helenista Estêvão (At 7). • Os Doze lembram os patriarcas das 12 tribos de Israel. • Os Sete lembram os dirigentes das sinagogas (conselho). Logo, estão aqui dois modelos de igreja que têm visão diferente. A igreja dos helenistas começa a questionar as instituições judaicas (discurso de Estêvão -7,48). Os Doze iam...

A vida em comunidade e seus pilares:

A vida em comunidade e seus pilares: Vida dos primeiros Cristãos. Que beleza! Tudo ótimo! Tudo perfeito?   • Eles eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos • Na comunhão fraterna • Na fração do pão • Nas orações   Tudo é um projeto que Lucas indicia à sua comunidade. É um como deveria ser. “é assim que deveríamos ser. Temos que conseguir isso”. Os pilares de sustentação da vida em comunidade nos ajudam a conseguir. 1º pilar: Perseverança no ensinamento dos apóstolos. Esse ensinamento é aquele manifesto pelas palavras (discursos) dos apóstolos, apontando Jesus como o centro de sua devoção; pelos milagres operados em nome de Jesus; e pela experiência de perseguição por causa de seu nome. Por conseguinte, ser fiel ao ensinamento dos apóstolos é ser fiel a Jesus. 2º pilar: Comunhão fraterna. Isto é a partilha de bens; não se trata só de ajudar os necessitados, entre os irmãos a comunhão fraterna chega ao ponto de partilhar os bens e as proprieda...

Grupos religiosos e sociais

Ao lermos o Evangelho deparamos continuamente com vários grupos religiosos com os quais Jesus entra em conflito. Entre eles sobressaem os fariseus, os saduceus e os escribas, mas é preciso, contarmos também com os essénios, herodianos, baptistas, samaritanos e zelotas. Este estudo dos grupos religiosos ajudam-nos a perceber, pelo confronto e polémica gerados, a própria pessoa que é Jesus de Nazaré. Este estudo dos diferentes grupos religiosos e sociais (que frequentemente tinham conotações políticas) é um elemento essencial da história do povo bíblico. É difícil dizer, em cada caso concreto, se foi a motivação religiosa ou política que foi a força inicial que confirmou um determinado grupo. Para entender esta dificuldade temos de saber, desde logo, que para Israel e para Judá o político e o religioso não são mais do que aspectos diferentes da mesma realidade. Apesar de não se saber ao certo quando é que os fariseus apareceram, sabe-se que estão ligados aos Macabeus e Asmoneus, por ...

O ESPÍRITO SANTO

Pentecostes, ou “festa das semanas”, (Dt 16,9-12) era a festa judaica que acontecia cinqüenta dias após a Páscoa e comemorava o término da colheita dos cereais (Ex 34,22; Nm 28,26). Depois do exílio (acontecido no ano de 587 a.C), na medida em que cada vez menos judeus trabalhavam a terra, começou-se a celebrar Pentecostes como sendo a celebração da Aliança e da doação por Deus da Lei a Moisés no Monte Sinai.   • Colocando o dom do Espírito em Pentecostes, Lucas sugere a plenitude da aliança, não mais com o dom da Lei, mas com o dom do Espírito, que faz compreender em profundidade a vontade de Deus, o seu projeto. Cumpre-se assim, o que os profetas anunciavam: não mais um lei escrita, mas uma lei interiorizada, o próprio Espírito de Deus, capaz de produzir transformações radicais e levar à vida plena (Jr 31,31-34; Ex 36,25-28). O Espírito, sinal de vida:   Gn 6, 17 = “Eis que vou fazer cair o dilúvio sobre a terra, uma inundação que exterminará todo o ser que tenha sopro...