O tempo do Advento é o tempo da “manifestação do Senhor”.
São três etapas definidas:
• a preparação, no período denominado, Advento;
• a celebração, centralizada nas cerimônias do nascimento do Senhor;
• tempo de manifestação pública, marcado pela Festa da Epifania.
Vamos entrar no Advento em clima de esperança, trazendo presente que todas as pessoas, pobres, ricos, crianças, jovens, adultos, idosos, estão sempre buscando a felicidade, manifestada em anseios de mais amor, compreensão, ternura, acolhida, mas também casa, comida, saúde... Na esperança, ainda, de que justiça e paz se abracem e que todos os povos esqueçam as guerras, as diferenças, os confrontos e que possam caminhar para uma maior reconciliação.
1.º DINÂMICA
Advento é tempo de acolher a Deus e os irmãos em nossa vida. Para isso, é preciso manter-se vigilante e lutar contra atitudes que desfavorecem o crescimento da alegria, concórdia, partilha, perdão... É preciso manter-se unido na defesa de qualquer irmão ameaçado.
1) Trazer jornais e escolher tudo o que inspira esperança, vida...
Com figuras, formar um painel com a Palavra NATAL. Recortar bolas para colorir o painel. Nas bolas expressar, em palavras, como sonhamos festejar o Natal. Ex.: vida, justiça, igualdade... Lembrando que a melhor festa é aquela que preparamos. Deus é festa. Deus é esperança. Deus é razão de nossa esperança,...
2.º DINÂMICA
1) Usar frases do tempo do Advento para fazer uma reflexão e construir algumas práticas e propostas.
A) “Levantem-se e ergam a cabeça, porque a libertação de vocês está próxima”(Lc 21, 28).
• Diante de que precisamos erguer a cabeça?
• De que maneira podemos criar coragem e erguer a cabeça diante de situações onde a vida é ameaçada?
B) “Tomem cuidado para que os corações de vocês não fiquem insensíveis” (Lc 21, 34).
• Quando e como o nosso coração é insensível?
• Qual o remédio para torná-lo sensível?
C) “Cresça o amor entre vocês” (1Ts 3, 12).
• É o amor a atitude fundamental em nossa vida? Por que sim? Por que não?
• Que práticas podemos sugerir para vivenciar o amor preparando-nos para o Natal?
D) “Foi nesse tempo que Deus enviou a sua Palavra a João” (Lc 3, 2).
• Como é que Deus está falando, hoje?
• Com quem Ele pode estar falando?
• Aonde ele está falando? Em que fatos?
• Eu o escuto falando na minha vida? Como?
E) “Esta é a voz daquele que grita no deserto; preparem os caminhos do Senhor” (Lc 3, 4).
• Quais são, hoje, os grandes desertos, onde predomina a surdez, a indiferença, a aco- modação diante do valor da vida e da fé?
• Que sinais poderíamos criar para fazer o deserto florir?
F) “Deus está no meio do povo e vem para renovar o seu amor. Não tenha medo e nem se acovarde, pois, Ele é o libertador” (Sf 3, 16-17).
• É tempo de preparar a festa, porque ele vem. Que tipo de festa Deus quer?
• Como preparar bem esta festa?
G) “Maria partiu às pressas dirigindo-se a uma cidade da Judéia, entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel” (Lc 1, 39-40).
• Maria e Isabel se encontram e partilham os mesmos sonhos e a mesma missão.
• Como são nossos encontros entre amigos, familiares? Eles criam um relacionamento fraterno, de respeito, de igualdade, amizade, ajuda, compreensão...? Como?
• Com quem precisamos nos encontrar para uma verdadeira reconciliação? Que propos tas temos?
As respostas podem ser criativas:
• Em forma de Happ, ou música popular.
• Desenhos animados ou em quadrinhos.
• Teatro ou música.
• Dança com gestos.
• Colagem de figuras.
• Trabalho em argila, ou massa.
• Palavras em faixas.
• Uso de fantoches.
• Uso de símbolos desenhados ou reais.
• Mensagens escritas em forma de cartões.
Ir. Marlene Bertoldi
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Solenidade de Cristo Rei
Com a festa de Cristo-Rei, termina o atual Ano Litúrgico. E com o Tempo do Advento, inicia-se o Novo Ano
Com o findar do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida para um momento de reflexão maior quanto à consciência que todos devemos ter de nosso tempo e vida a caminho do definitivo, a vida eterna. Através de momentos fortes, como a recordação da morte no dia de finados, a nossa vocação à santidade celebrada na festa de todos os santos e a festa de Cristo Rei, a liturgia nos conduz para a consciência que o tempo presente é o tempo útil a caminho da eternidade. Precisamos tomar consciência que o tempo presente é o único tempo que possuímos como espaço sagrado que Deus nos dá para construirmos o Reino de Deus rumo à casa do Pai.
Por vezes, não nos soa bem aos ouvidos e à mente falarmos em festa de Cristo Rei diante da desvirtuação do exercício do poder nos tempos em que vivemos. Mas, foi o próprio Cristo que se reconheceu como o Rei de Israel e da humanidade diante de Pilatos que o questionava: 'Tu és rei? Sim, Eu o sou 'Lc.23,3. 'Só que meu reinado não é deste mundo'.
Sabemos pela fé, que a autoridade de alguém, sendo Papa ou Rei, bispo, padre, religioso, pai, mãe, patrão ou operário, tem origem divina. Foi Jesus quem disse que toda autoridade provém de seu Pai. Ninguém a teria se não lhe fosse concedida do alto. A partir de Cristo, a autoridade não é poder, mas é um bem a serviço dos irmãos, particularmente dos mais pequeninos. São Paulo em sua carta aos Filipenses, ensina: 'Sendo Cristo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo tornando-se em tudo semelhante aos homens e uma vez feito homem se humilhou até a morte e morte de cruz'.Fp.2,5-8.
Cristo ao nos falar e convidar para seu reinado colocou uma única exigência: Amar o Pai como Ele O amou sendo em tudo fiel a Seus mandamentos e amarmo-nos mutuamente como Ele nos amou Jô.17-9-17. Cristo, ao colocar esta exigência como condição para os que desejam participar de seu reinado, Ele próprio dá o exemplo. Sendo Jesus, o Filho de Deus, desnudou-se de seu poder e vestes, toma de uma bacia lava, enxuga e beija os pés de seus discípulos. Após este gesto, Jesus se levanta e ensina com autoridade: 'Vós me chamais vosso Mestre e Senhor e dizeis bem, porque Eu o sou. Logo se Eu vosso Senhor e Mestre vos laveis os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. O servo não é maior que o seu Senhor, nem o enviado maior daquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a condição de as praticardes' Jô.13-12-17. É e será sempre nesta direção e dimensão que o reinado de Cristo deve ser compreendido e acima de tudo vivido.
Com o findar do Ano Litúrgico, a Igreja nos convida para um momento de reflexão maior quanto à consciência que todos devemos ter de nosso tempo e vida a caminho do definitivo, a vida eterna. Através de momentos fortes, como a recordação da morte no dia de finados, a nossa vocação à santidade celebrada na festa de todos os santos e a festa de Cristo Rei, a liturgia nos conduz para a consciência que o tempo presente é o tempo útil a caminho da eternidade. Precisamos tomar consciência que o tempo presente é o único tempo que possuímos como espaço sagrado que Deus nos dá para construirmos o Reino de Deus rumo à casa do Pai.
Por vezes, não nos soa bem aos ouvidos e à mente falarmos em festa de Cristo Rei diante da desvirtuação do exercício do poder nos tempos em que vivemos. Mas, foi o próprio Cristo que se reconheceu como o Rei de Israel e da humanidade diante de Pilatos que o questionava: 'Tu és rei? Sim, Eu o sou 'Lc.23,3. 'Só que meu reinado não é deste mundo'.
Sabemos pela fé, que a autoridade de alguém, sendo Papa ou Rei, bispo, padre, religioso, pai, mãe, patrão ou operário, tem origem divina. Foi Jesus quem disse que toda autoridade provém de seu Pai. Ninguém a teria se não lhe fosse concedida do alto. A partir de Cristo, a autoridade não é poder, mas é um bem a serviço dos irmãos, particularmente dos mais pequeninos. São Paulo em sua carta aos Filipenses, ensina: 'Sendo Cristo de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo tornando-se em tudo semelhante aos homens e uma vez feito homem se humilhou até a morte e morte de cruz'.Fp.2,5-8.
Cristo ao nos falar e convidar para seu reinado colocou uma única exigência: Amar o Pai como Ele O amou sendo em tudo fiel a Seus mandamentos e amarmo-nos mutuamente como Ele nos amou Jô.17-9-17. Cristo, ao colocar esta exigência como condição para os que desejam participar de seu reinado, Ele próprio dá o exemplo. Sendo Jesus, o Filho de Deus, desnudou-se de seu poder e vestes, toma de uma bacia lava, enxuga e beija os pés de seus discípulos. Após este gesto, Jesus se levanta e ensina com autoridade: 'Vós me chamais vosso Mestre e Senhor e dizeis bem, porque Eu o sou. Logo se Eu vosso Senhor e Mestre vos laveis os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. O servo não é maior que o seu Senhor, nem o enviado maior daquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob a condição de as praticardes' Jô.13-12-17. É e será sempre nesta direção e dimensão que o reinado de Cristo deve ser compreendido e acima de tudo vivido.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Dia de todos os Santos e Finados
O início deste mês de novembro é marcado por duas datas que nos fazem pensar e refletir, sendo a quinta-feira (01) Dia de Todos os Santos e sexta-feira (02) Dia de Finados.
A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. No fim do segundo século, professos cristãos começaram a honrar os que haviam sido martirizados por causa da sua fé e, achando que eles já estavam com Cristo no céu, oravam a eles para que intercedessem a seu favor. A comemoração regular começou quando, em 13 de maio de 609 ou 610 DC, o Papa Bonifácio IV dedicou o Panteão — o templo romano em honra a todos os deuses — a Maria e a todos os mártires. Markale comenta: “Os deuses romanos cederam seu lugar aos santos da religião vitoriosa.” Fonte: Wikipédia – A enciclopédia livre.
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
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Datas Comemorativas
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Em quem o Católico deve votar?
Critérios para escolha dos candidatos:
Que o candidato seja uma pessoa que tenha fé em Deus demonstrando isso:
• Pela participação da comunidade cristã.
• Pela honestidade/honradez. Não estar envolvido em negócios escuros como tráfico de drogas, apropriação indevida de dinheiro público, de terrenos urbanos e de terras rurais.
• Pelo cumprimento da palavra dada. Não a toda mentira, falsidade e deslealdade.
• Pela promoção da justiça.
• Pela opção em favor dos excluídos.
• Não se deixar corromper. Tem candidatos que se vendem por dinheiro, para alcançar vantagens pessoais.
• Promover o bem comum. Defender os interesses principalmente da população mais carente nas periferias, e não apenas os interesses de grupos de elite.
• Ter assumido o compromisso de passar informações verdadeiras à população e de tornar público o que acontece por trás dos bastidores.
Ter responsabilidade, senso crítico e autonomia.
Que o candidato tenha uma suficiente qualificação. Exercer uma função política exige preparo.
• Ter clareza das suas atribuições
• Ter uma cultura e formação política e ética
• Ter conhecimento como funciona uma prefeitura e uma câmara de vereadores, quais as suas tarefas.
• Estar em contato com a população, ouvir as reclamações e levar ao conhecimento do governo municipal.
• Lutar em favor de uma participação progressiva da população na administração municipal. (Orçamento participativo, Conselhos Municipais).
Que o candidato seja uma pessoa que tenha fé em Deus demonstrando isso:
• Pela participação da comunidade cristã.
• Pela honestidade/honradez. Não estar envolvido em negócios escuros como tráfico de drogas, apropriação indevida de dinheiro público, de terrenos urbanos e de terras rurais.
• Pelo cumprimento da palavra dada. Não a toda mentira, falsidade e deslealdade.
• Pela promoção da justiça.
• Pela opção em favor dos excluídos.
Que o candidato tenha princípios éticos. Ter princípios éticos significa:
• Não se deixar corromper. Tem candidatos que se vendem por dinheiro, para alcançar vantagens pessoais.
• Promover o bem comum. Defender os interesses principalmente da população mais carente nas periferias, e não apenas os interesses de grupos de elite.
• Ter assumido o compromisso de passar informações verdadeiras à população e de tornar público o que acontece por trás dos bastidores.
Ter responsabilidade, senso crítico e autonomia.
Que o candidato tenha uma suficiente qualificação. Exercer uma função política exige preparo.
• Ter clareza das suas atribuições
• Ter uma cultura e formação política e ética
• Ter conhecimento como funciona uma prefeitura e uma câmara de vereadores, quais as suas tarefas.
• Estar em contato com a população, ouvir as reclamações e levar ao conhecimento do governo municipal.
• Lutar em favor de uma participação progressiva da população na administração municipal. (Orçamento participativo, Conselhos Municipais).
DICAS
Votar é um dever e um direito de cada cidadão!
Não vote em quem você não conhece!
Antes de votar colha informações sobre a vida pessoal e profissional do candidato!
COMO FUNCIONA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL?
São atribuições do prefeito:
• Exercer, com o apoio dos auxiliares diretos, a direção superior da administração local
• Elaborar e encaminhar projetos. Estes projetos devem atender o Bem Comum de toda a população e não apenas de alguns grupos privilegiados.
• Ter uma administração transparente nos seus atos e ações. Prestar contas mensalmente do dinheiro público.
• Promover a participação popular através dos conselhos municipais.
• Descentralizar a administração.
São atribuições da Câmara de Vereadores:
• Aprovar ou não aprovar os projetos propostos pelo prefeito.
• Fiscalizar e controlar os atos do poder executivo (Prefeito). Sendo um órgão de fiscalização dos atos do governo municipal, a câmara de vereadores tem o dever de zelar pela transparência do dinheiro público.
• Informar e publicar mensalmente o balanço de entradas e saídas.
EM QUE O ELEITOR PRECISA PRESTAR ATENÇÃO?
Nas prioridades de governo que cada candidato apresenta. Os maiores desafios do município são: desemprego – fome – violência.
• Deveriam ser Prioridades: melhoria de qualidade de vida dos bairros da periferia; asfalto; saneamento básico; centros de saúde familiar; assumir as creches existentes no município; políticas públicas de educação para tirar os jovens da ociosidade; financiar projetos de iniciativa popular; investir em cooperativas; apoiar reforma agrária e política agrícola voltada para os pequenos produtores.
Quem financia a campanha eleitoral.
• Ninguém empresta dinheiro de graça! Ele sabe que depois receberá o dinheiro de volta e será beneficiado e favorecido de mil maneiras. Financiar uma campanha eleitoral é a forma mais comum de amarrar os candidatos, para tirar proveito para si mesmo. Fiquemos atentos!
• Exercer, com o apoio dos auxiliares diretos, a direção superior da administração local
• Elaborar e encaminhar projetos. Estes projetos devem atender o Bem Comum de toda a população e não apenas de alguns grupos privilegiados.
• Ter uma administração transparente nos seus atos e ações. Prestar contas mensalmente do dinheiro público.
• Promover a participação popular através dos conselhos municipais.
• Descentralizar a administração.
São atribuições da Câmara de Vereadores:
• Aprovar ou não aprovar os projetos propostos pelo prefeito.
• Fiscalizar e controlar os atos do poder executivo (Prefeito). Sendo um órgão de fiscalização dos atos do governo municipal, a câmara de vereadores tem o dever de zelar pela transparência do dinheiro público.
• Informar e publicar mensalmente o balanço de entradas e saídas.
EM QUE O ELEITOR PRECISA PRESTAR ATENÇÃO?
Nas prioridades de governo que cada candidato apresenta. Os maiores desafios do município são: desemprego – fome – violência.
• Deveriam ser Prioridades: melhoria de qualidade de vida dos bairros da periferia; asfalto; saneamento básico; centros de saúde familiar; assumir as creches existentes no município; políticas públicas de educação para tirar os jovens da ociosidade; financiar projetos de iniciativa popular; investir em cooperativas; apoiar reforma agrária e política agrícola voltada para os pequenos produtores.
Quem financia a campanha eleitoral.
• Ninguém empresta dinheiro de graça! Ele sabe que depois receberá o dinheiro de volta e será beneficiado e favorecido de mil maneiras. Financiar uma campanha eleitoral é a forma mais comum de amarrar os candidatos, para tirar proveito para si mesmo. Fiquemos atentos!
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