Por favor, avise que esteve aqui, deixando pelo menos um "oi"!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

HINO DA CF 2018

Download do Hino da CF 2018


Audio Player

01 - Neste tempo quaresmal, ó Deus da vida,
A tua Igreja se propõe a superar.
A violência que está nas mãos do mundo,
E sai do íntimo de quem não sabe amar. (Mc 7,21)

Refrão:
Fraternidade é superar a violência! (Mt 14, 1-12)
É derramar, em vez de sangue, mais perdão! (Jo 20, 21-23)
É fermentar na humanidade o amor fraterno! (Mt 13, 33)
Pois Jesus disse que “somos todos irmãos”. (Mt 23,8). (2x)

02 - Quem plantar a paz e o bem pelo caminho,
E cultivá-los com carinho e proteção,
Não mais verá a violência em sua terra. (Is 59,6)
Levar a paz é compromisso do cristão! (Ef 6, 15)

03 - A exclusão que leva à morte tanta gente, (EG 59)
corrompe vidas e destrói a criação. (LS 70)
- “Basta de guerra e violência, ó Deus clemente!” (Mq 2,2)
É o clamor dos filhos teus em oração.

04 - Venha a nós, Senhor, teu Reino de justiça,
Pleno de paz, de harmonia e unidade. (Mt 6, 10 e Rm 15, 17-19)
Sonhamos ver um novo céu e uma nova terra:
Todos na roda da feliz fraternidade. (Ap 21, 1-7)

05 - Tua Igreja tem o coração aberto, (EG 46-49)
E nos ensina o amor a cada irmão.
Em Jesus Cristo, acolhe, ama e perdoa,
Quem fez o mal, caiu em si, e quer perdão. (Mt 18, 21)

Campanha da Fraternidade 2018




Cartaz da Campanha / Divulgação

O cartaz da campanha da fraternidade 2018 mostra um grupo de pessoas de diferentes idades e etnias de mãos dadas, representando a multiplicidade da sociedade brasileira. Especialmente no Ano do Laicato, que teve início na Igreja no Brasil no dia 26 de novembro, o convite é para, por meio da CF 2018, refletir sobre a problemática da violência, particularmente em como superá-la.
Segundo o secretário-executivo das Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Luís Fernando da Silva, as pessoas que nele formam um círculo e unem as mãos indicam que a superação da violência só será possível a partir da união de todos. “A violência atinge toda a sociedade brasileira em suas múltiplas esferas, o caminho para superar a violência é a fraternidade entre as pessoas que se unem para implementar a cultura da paz”, explica.
A escolha do Cartaz, de acordo com o padre Luís Fernando, foi feita com base em duas etapas. A primeira foi aberta à participação da população que pôde enviar sugestões de arte por meio de um edital aberto ao público e a segunda passou pela avaliação do Conselho Permanente da CNBB. “A partir dessa escuta é que chegou à atual configuração do Cartaz”, sublinhou.
Com o tema “Fraternidade e superação da violência”, a CF 2018, além de mapear a violência, colocará também em evidência as iniciativas que existem para superá-la, bem como despertar novas propostas com esse objetivo. “A Igreja no Brasil escolheu o tema da superação da violência devido ao crescimento dos índices de violência no Brasil. Esse tema já foi discutido na década de 80, num contexto em que o país vivia a recessão militar e dentro desse contexto foi possível mapear diversas formas de violência”, afirma padre Luís.
Ele explica ainda que o lema da CF “Vós sois todos irmãos” foi extraído do capítulo 23 do Evangelho de São Mateus, no qual Jesus repreende os fariseus e mestres da lei, por suas práticas não serem coerentes com os seus discursos. “Os fariseus e mestres da lei valorizavam a sociedade hierarquizada. Jesus propõe-lhes então um novo modelo mais comunitário e fraterno “Vós sois todos irmãos”.
“O lema da Campanha da Fraternidade 2018 é um convite para a superação da violência por meio do reconhecimento de que cada pessoa humana é irmão, é irmão e se assim o é então não se pode deferir contra ele (a) atos de violência”, finaliza padre Luís.

sábado, 4 de novembro de 2017

Para Refletir


O Papa Franscisco falou das características dos santos, afirmando não se tratar de “modelos perfeitos”, mas de pessoas tocadas por Deus.
A felicidade, acrescentou o Papa, não está em ter ou se tornar alguém. A verdadeira felicidade é estar com o Senhor e viver por amor. Os ingredientes para a vida feliz se chamam bem-aventuranças: são beatos os simples, os humildes que dão lugar a Deus, que sabem chorar pelos outros e pelos próprios erros, permanecem mansos, lutam pela justiça, são misericordiosos com todos, trabalham pela paz , não odeiam e, mesmo quando sofrem, respondem ao mal com o bem.

Novembro - Mês das Almas

O mês de novembro é dedicado às almas do purgatório. Purgatório quer dizer estado de purificação. Purificação de que? Das culpas e penas devidas pelos pecados.

Que são culpas e penas?

Para entendermos isto é preciso saber que todo pecado gera uma ofensa à qual corresponde uma culpa e também um prejuízo ao qual corresponde uma pena.
“Almas penadas” são aquelas que devem pagar uma pena. Conforme o pecado – mortal ou venial – também é a gravidade da culpa e da pena, que pode ser eterna ou temporal.

O sacramento da penitência perdoa a culpa e a pena eterna, mas o pecador deve reparar os prejuízos causados pelos próprios pecados cumprindo alguma penitência para descontar as penas devidas.

As flores e velas expressam os sentimentos dos vivos pelos falecidos, mas o melhor consolo e a oferta mais proveitosa para os vivos e falecidos são as orações, penitências e boas obras. A melhor oração para a indulgência pelos falecidos é a Santa Missa, em que Jesus mesmo se oferece em expiação das penas dos falecidos. Nós podemos fazer boas obras e orações, que aplicadas às almas do purgatório alcançam-lhes o perdão de suas culpas e penas.

Que são Indulgências?

Indulgência é a remissão ou perdão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa. O pecado é uma ofensa a Deus a qual gera uma culpa e ao mesmo tempo um prejuízo, uma desordem, que devem ser reparados por uma pena.

A indulgência é parcial ou plenária, conforme perdoe em parte ou no todo a pena temporal devida pelos pecados.

Para alguém poder ter direito a indulgências, deve ser batizado e encontrar-se em estado de graça, pelo menos no fim das obras prescritas.

No tempo de Finados, concede-se uma Indulgência plenária, só aplicável aos defuntos:

Diariamente, do dia 1o. ao dia 8º de novembro, aos que visitarem os cemitérios. No dia dos finados, todas as vezes aos que visitarem uma igreja.

Que é preciso para ter direito a indulgência?
Visitar uma igreja ou um cemitério
Fazer Orações: Creio, Pai Nosso, nas intenções do Papa
Estado de graça ou confissão e Comunhão.

Purgatório
Na Bíblia não se encontra a palavra “purgatório”, mas sua existência pode se concluir a partir do contexto bíblico.

Se alguém está no céu não precisa de orações para salvar-se, pois já está salvo. Se alguém está no inferno, não existe oração que o retire de lá. Como, porém nada de pecado entra no céu (Apoc. 21,27) e nem todos os mortos estão livres de pequenas faltas e culpas, que não merecem a condenação eterna, segue-se que eles precisam de alguma purificação.

Outras passagens bíblicas que fundamentam o purgatório:

Em S. Mateus, 12,32: “Se alguém disser uma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas se disser contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste mundo, nem no vindouro”.

Neste texto é clara a afirmação de que há pecados que podem ser perdoados neste mundo (no tempo) e outros que podem ser perdoados no mundo vindouro (na eternidade).

Em II Macabeus, 12,43-46 lemos: “Judas, tendo feito uma coleta, mandou duas mil dracmas de prata a Jerusalém, para se oferecer um sacrifício pelo pecado. Obra bela e santa, inspirada pela crença na ressurreição... Santo e salutar pensamento de orar pelos mortos. Eis porque ele ofereceu um sacrifício expiatório pelos defuntos, para que fossem livres de seus pecados.”

Ora ser livre de seus pecados, depois da morte, pelo sacrifício expiatório, indica claramente a possibilidade de purificação.

TEXTOS para meditação.
Jo. 11,17-27 = Lázaro. Jo. 11, 32-44 = Lázaro.
Jo. 6, 53-58 = Pão da Vida
Jo. 19,28-37. = Morte de Jesus.
1 Cor. 15,1-19 = Ressurreição
Mt. 27,45-54 = Morte de Jesus
Apoc. 21,1-7 = Novo céu e nova Terra.


sábado, 3 de junho de 2017

Meditando o Credo

Creio em Deus Pai todo poderoso  A fé em Deus nos leva a voltar só para Ele como nossa primeira origem e nosso fim último, e a nada preferir a Ele e nem substituí-lo por nada. Seu próprio ser é Verdade e Amor. Se não cremos que o amor de Deus é todo-poderoso, como crer que o Pai pôde os criar, o Filho, remir-nos, o Espírito, santificar-nos?
Criador do céu e da terra  Deus criou todas as coisas, homem e mulher. O homem foi feito senhor do mundo, mas EM DEUS. Ao desobedecer a Deus, vivendo livremente e separando-se do CRIADOR, pelo pecado original, Adão e Eva abrem as portas do mundo à morte, a separação de Deus.
A morte não estava no plano inicial. A aliança de fidelidade entre os homens e Deus foi assim rompida. Em Jesus, resgata-se a Aliança e cumprem-se as promessas de Deus de nos enviar o Salvador, Jesus e Maria como o novo princípio de tudo. Adão e Eva povoaram a Terra, Jesus e Maria repovoaram no AMOR DE DEUS restabelecendo a nova aliança e novo compromisso.
E em Jesus Cristo, seu único filho, Nosso Senhor,  O nome de Jesus significa “Deus que salva”. A criança nascida da Virgem Maria, é chamada “Jesus”, pois Ele salvará Seu povo de seus pecados” (Mt 1,21): “Não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4,12).
Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo  Deus, apesar de seu poder, só enviou seu filho mediante ao consentimento de Maria. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens.
Nasceu da Virgem Maria  Maria foi escolhida para ser a Mãe do Filho de Deus, Virgem antes e depois, aceitou com seu SIM a vontade de DEUS PAI em todos os instantes. Por não ter sido concebida com a mancha do pecado original, Maria não passa pela Morte, não teve pecados e é levada em Corpo e Alma aos céus.
Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado,  A voz do povo é a voz de Deus? Jesus realizou atos – como o perdão dos pecados – que o manifestaram como próprio Deus Salvador. Alguns judeus, não reconhecendo o Deus feito homem e vendo nele “um homem que se faz Deus”, julgaram-no blasfemo. Você gritaria para libertar Barrabás ou Jesus? Nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois “foi Ele quem nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados” (1JO 4,10). “Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo” (2COR 5,19)
Desceu a mansão dos mortos  Cristo passou pela morte – apesar de não ter a mancha do pecado – por livre entrega e aceitação às vontades do Pai e para que fossem cumpridas as escrituras/promessas de Deus Pai. Bem-aventurados os que crêem sem acreditar, muitos só crêem quando podem ver.
Ressuscitou ao terceiro dia,  Jesus havia dito que reconstruiria o templo em três dias, era o templo de SEU CORPO. Mesmo vivendo com Ele, Judas o traiu e Tomé não acreditou na ressurreição. Este teve que ver para crer. Será que somos igual a Tomé?
Subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo poderoso.  Cumprida sua missão na terra, segundo o plano de salvação de Deus Pai, preparou a missão dos Discípulos, determinou a presença permanente do Seu Santo Espírito para assistir em discernimentos, a peregrinação dos apóstolos e subiu ao Pai.
De onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.  Tendo entrado uma vez por todas no santuário do céu, Jesus Cristo intercede sem cessar por nós como mediador que nos garante permanentemente a efusão do Espírito Santo. O que é a Parusia? É a vinda Gloriosa de Jesus, que vem ao lado dos eleitos, resgatarem SEU POVO. Será que somos povo eleito e temos caminhado conforme a vontade de Deus Pai?Qual será o tempo necessário para plantar em meu coração a semente que me salvará? Até quando esperar?
Creio no Espírito Santo,  Por meio dele é que tudo acontece (Mt 1,23). O mar é Deus, o barco sou eu, EM CRISTO, e o vento que sopra e me faz movimentar é o Espírito Santo. Por meio do Espírito é que as coisas se realizam.
Na Santa Igreja Católica,  A palavra Igreja significa “convocação”. Designa a assembléia daqueles que a Palavra de Deus convoca para formarem o Povo de Deus e que, alimentados pelo Corpo de Cristo, se tornam Corpo de Cristo. A Igreja é ao mesmo tempo visível e espiritual, sociedade hierárquica e Corpo Místico de Cristo. Ela é uma, formada de um elemento humano e um elemento divino. Somente a fé pode acolher este mistério.
A igreja é no mundo presente o sacramento da salvação, o sinal e o instrumento da comunhão de Deus e dos homens.
Na comunhão dos Santos,  A igreja é a comunhão das “Coisas Santas”, primeiramente a Eucaristia que realiza a unidade nos fiéis, em Cristo, formando um só corpo. Na comunhão dos fiéis, e na  igreja orante.
Na remissão dos pecados,  Jesus deu a Pedro as ‘chaves’ do céu, tendo o direito de ligar aos céus ou a terra (Mt 16, 19). O que Pedro e os demais apóstolos ligassem aos céus, Jesus confirmaria.
O pecado é aquilo que desconecta o homem do Criador. Os apóstolos – do qual o clero hoje assume a função e descendência ao renunciarem suas vidas e seguir o Cristo – são quem têm o poder de desligar ou ligar aos céus, segundo o Sacramento da Confissão. Referência: Jô 20, 22-23
Na ressurreição da carne  Esta parte influi diretamente num princípio muito divulgado por novelas e livros que é a Reencarnação. Jesus, tal como Lázaro e uma viúva (referência At 9, 36-43) voltaram à vida no mesmo corpo, o que implica e nega a proposta espírita de reencarnar. Ressurreição implica em volta gloriosa com Jesus e com o mesmo corpo. Reencarnar pressupõe voltar em corpo diferente. Jesus nos mostrou que ‘reencarnação’ é um conceito errôneo e impossível.
Na vida eterna.  Para que haja vida eterna, mais uma vez a ‘reencarnação’ se mostra fantasiosa. Isso porque ao morrermos e passarmos pelo Juízo Particular e Juízo Final, estaremos com Jesus no descanso dos eleitos; experimentando a Glória de Deus para sempre. Analisemos, se todos que morreram tiverem que voltar, o Paraíso ficaria vazio? Certamente que não, mostra-se a ressurreição como o único conceito possível e real.
Jesus morreu na Cruz e Ressuscitou nos garantindo a vida eterna. O problema é que ao olharmos as coisas de Deus com os olhos do homem, muitas vezes pensamos: “não será a vida eterna tempo de mais?”. No evangelho, Jesus mesmo adverte: “A Cezar o que é de Cezar e a Deus o que é de Deus”. Não devemos confundir o divino com o humano, até porque corremos o risco de reduzir a importância e o poder do Pai.
Bom, se quando estamos fazendo algo que gostamos muito não queremos deixar de fazer, estar em companhia d’Aquele que é o motivo de nossas vidas, a Razão, a Alegria e a Felicidade seria ruim?

Amém. Confirma a primeira palavra do CREDO que é “eu creio”. Significa “que assim seja”.