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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Iniciando o mês de Maio, mês de Maria

O mês de maio é tradicionalmente dedicado à Maria.  Em consonância com a Igreja, caminharemos também nessa devoção especial oferecendo ao longo do mês subsídios de oração, tendo como foco Nossa Senhora. 

Nesta primeira semana, algumas orações dedicadas à Mãe de Deus:

AVE MARIA
A mais popular dentre as orações marianas, a Ave Maria tem o seu texto dividido em três partes: a primeira corresponde à saudação do anjo Gabriel à Maria, por ocasião da Anunciação de Jesus.  A segunda, traduz a saudação de Isabel, quando visitada por Nossa Senhora.  E a última, acrescentada pela Igreja, como forma de afirmação da devoção mariana.

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.  Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

SALVE RAINHA
A Salve Rainha faz parte do Rosário, rezada ao final de cada Terço.  É uma saudação  à Maria e, ao mesmo tempo, uma entrega da nossa vida à misericórdia da Mãe de Deus.

Salve Rainha, mãe de misericórdia, vida e esperança nossa, salve.
A vós bradamos, degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei.E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre.Ó clemente, ó piedosa, ó doce, sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

ANGELUS
A hora do Angelus - ou A hora da Ave Maria - consiste na recitação de três Aves Marias intercaladas por versículos do Evangelho que relembram a encarnação de Jesus.  Em 1456, o papa Calisto III ordenou que os sinos das igrejas tocassem três vezes ao dia - ao amanhecer, ao meio-dia e às seis da tarde - exortando os cristãos a rezarem o Angelus como forma de pedir a intercessão à Virgem.

- O anjo do Senhor anunciou à Maria.
- E ela concebeu por obra do Espírito Santo
Ave Maria...
- Eis aqui a serva do Senhor.
- Faça-se em mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria
- E o verbo se fez homem 
- E habitou entre nós
Ave Maria...

CONSAGRAÇÃO À NOSSA SENHORA
No Batismo somos ungidos pelo Espírito Santo e recebemos o sinal de que somos filhos de  Deus.  A Consagração à Nossa Senhora, normalmente feita junto com o Batismo, tem o significado de entregar à Mãe de Deus aquilo que de mais preciso possuímos: a nossa própria vida.  A consagração é um ato de certeza de que Maria cuidará de nós tal como cuidou de Jesus Cristo. 

Ó minha Senhora, e minha Mãe, eu me ofereço todo a vós, e em prova de minha devoção para convosco, vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e todo o meu ser.  E já que sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém! 

Poema Mês de Maria


Os sinos da igreja badalam de alegria.

Eles convidam os fiéis para homenagear a Virgem Maria.

O fogueteiro de plantão soltando rojões anuncia,

que está chegando a procissão para coroação de Maria.

A frente vem as criancinhas, vestidas de anjinhos desfilando em renda,

filó, organza, cetim, as sua lindas fantasias.

São verdadeiros anjos querobins, que cantam para coroar Maria.

Mês de maio, mês das mães, mês da Mãe Santíssima.

Mãe Imaculada, Mãe Gloriosa, Santa Maria! 

(Desconheço o autor)

domingo, 27 de abril de 2014

Papa Francisco canoniza João XXIII e João Paulo II

De acordo com informações da agência de notícias do Vaticano, VIS, meio milhão de pessoas assistiram hoje, 27, na Praça de São Pedro, à cerimônia de canonização dos papas João XXIII e João Paulo II, e cerca de trezentas mil acompanharam o evento pela telas gigantes distribuídas na cidade de Roma.

Estiveram presentes na cerimônia delegações oficiais de mais de cem países, mais de vinte chefes de Estado e personalidades do mundo da política e da cultura.

O papa emérito Bento XVI concelebrou com o papa Francisco, que antes de proceder ao rito da proclamação dos novos santos, dirigiu-se a Bento XVI para abraçá-lo.

Logo após, acompanhado do prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, e dos postuladores das causas, o papa Francisco pronunciou a fórmula de canonização: “Em honra à Santíssima Trindade para exaltação da fé católica e crescimento da vida cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos  Pedro e Paulo e a nossa, Depois de haver refletido profundamente, invocando muitas vezes a ajuda divina e ouvido o parecer de numerosos irmãos no episcopado, declaramos e definimos santos os beatos João XXIII e João Paulo II e os inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os Santos. Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo”.

Após a leitura do Evangelho, Francisco proferiu a homilia, que segue abaixo, na íntegra:



HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
II Domingo de Páscoa (ou da Divina Misericórdia), 27 de abril de 2014

No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que São João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite – como ouvimos –, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem ser de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desaparecem, continuam, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia, fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e SãoJoão Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado trespassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47), que ouvimos na segunda Leitura. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, São João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito. Este foi o seu grande serviço à Igreja; por isso gosto de pensar nele como o Papa da docilidade ao Espírito Santo.

Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.

DOMINGO, 27 ABRIL 2014 11:50

CNBB

segunda-feira, 21 de abril de 2014

8 anos Casados

Hoje faz 8 anos que fizemos uma escolha, aquela que transformaria a nossa vida: o Sim à nossa união!

Graças a Deus, fui abençoado com uma mulher maravilhosa que só faz cuidar de mim e de nossos filhos  todos os dias da vida dela.

Somos duas pessoas completamente diferentes. Eu sou o esquentado (as vezes) gosto de me envolver em sociedade e comunidade. Muita coisa me as vezes me  incomoda e gosto de dar sempre minha opinião.  Ela já faz o gênero paciente, tranquila, que pensa mil vezes antes de falar. 

E essa diferença de personalidade nos enriquece muito.

O tempo vai nos transformando em pessoas muito parecidas e com os mesmos gostos, embora sejamos muito diferentes na nossa essência. Esse entrosamento, esse encaixe perfeito é coisa de Deus!

Agradeço a Deus por ter colocado uma Mulher tão especial em minha vida.

Foram anos cheios de desafios e alegrias vividos com muito amor e dedicação um ao outro e a nossos filhos que são o nosso maior presente.

Viva nós!


Essa música diz muito e resume quando nós nos conhecemos!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A ciência NA Bíblia

Pessoal, 
Achei esse texto muito interessante e gostaria de compartilhar com vocês para sua reflexão:


Diz-se corretamente que a Bíblia não foi dada para ensinar ciência natural, mas quando faz referência a matérias cientificas, Ela é exatíssima.

A Bíblia não contém os erros científicos do seu tempo. Ela antecipou as elogiadas descobertas dos homens centenas de anos. Nenhuma das suas afirmações provou-se errônea. E é somente nos tempos hodiernos que os homens chegam a entender alguns deles.

Note as seguintes referências bíblicas a matérias cientificas:


A esfericidade da Terra 
Séculos antes de os homens saberem que a terra é redonda, a Bíblia falou do “círculo da terra” (Isaías 40,22).

O suporte gravitacional da Terra
Os homens costumavam discutir a questão do que é que sustenta a Terra, sendo avançadas diversas teorias. Finalmente os cientistas descobriram que a terra é sustentada por sua própria gravitação e a de outros corpos. Mas, muitos antes de os homens saberem isto, e enquanto contendiam por este ou aquele fundamento material para a Terra, a Bíblia declarou que Deus “pendura a terra sobre o nada” (Jó 26,7).

A natureza dos céus
A Bíblia fala dos céus como “expansão” e isto estava tão adiante da ciência que a palavra hebraica (raquia) foi traduzida por “firmamento” (Gênesis 1; Sl. 19,6), que quer dizer um suporte sólido.

A expansão vazia do Norte
Foi só na metade do século passado que o Observatório de Washington descobriu que, dentro dos céus do Norte, há uma grande expansão vazia na qual não há uma só estrela visível. Mas, três mil anos antes, a Bíblia informou aos homens que Deus “estendeu o Norte sobre o espaço vazio” (Jó 26,7).

O peso do Ar
Credita-se a Galileu a descoberta que o ar tem peso, algo com que os homens jamais tinham sonhado; mas, dois mil anos antes da descoberta de Galileu, a Bíblia disse que Deus fez “um peso do vento” (Jó 28,25). 

A rotação da terra
Ao falar de sua segunda vinda, Cristo deu indicação de que seria noite numa parte, dia na outra (Lucas 17,34-36), implicando assim a rotação da terra sobre seu eixo. 

O número de estrelas
No segundo século antes de Cristo, Hiparco numerou as estrelas em 1.022. Mais de 300 anos mais tarde, Ptolomeu acrescentou mais quatro. Mas a Bíblia antecipou as revelações do telescópio moderno, comparando as estrelas com grãos de areia à beira-mar (Gênesis 22,17; Jeremias 33,22.), com somente Deus sendo capaz de enumerá-las (Sl 147,4).

A lei da evaporação
Muito antes que os homens soubessem que é a evaporação que evita que o mar transborde e mantém os rios correndo, tornando possível chover, todo o processo surpreendente foi notavelmente representado com precisão científica o seguinte: “Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.” (Ecl.1,7)

A existência de ventos alisados
Hoje sabemos que a subida do ar quente nos trópicos faz com que o ar frio do norte ao se deslocar no seu lugar, causa o que chamamos de “ventos alisados”. Sabemos também que “em alguns lugares, eles explodem em uma direção pela metade do ano, mas na direção oposta à outra metade.” (New Studentes Referece Work, Novos Alunos Obras de Referência, p. 1931). A Bíblia antecipou este conhecimento em uma declaração muito notável: “O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos” (Eclesiastes 1,6).

A importância do sangue
Somente há cerca de três séculos e meio que temos sabido que o sangue circula, levando oxigênio e alimento para todas as células do corpo, removendo o dióxido de carbono e outros resíduos do organismo através dos pulmões e órgãos excretores, e promovendo a cura e combate a doenças. Mas há muito tempo a Bíblia declara que “a vida da carne está no sangue”. Veja Gênesis 9:4; Levítico 17,11-14.

A união da raça humana
Antiga tradição representava homens originalmente como brotando individualmente - a partir do solo - sem relação linear. Mas o conhecimento moderno tem revelado muitas evidências físicas, fisiológicas, geográficas e linguísticas da união da raça. A evidência mais forte, no entanto, encontra-se no fato de que, enquanto a ciência médica pode distinguir entre o sangue humano e o sangue animal e pode distinguir entre o sangue de diferentes espécies de animais, contudo não pode distinguir entre o sangue das diferentes raças da humanidade. Mas Moisés não teve que esperar por esse conhecimento moderno. Sem hesitação ou equívoco, ele declarou que a raça se espalhou pelos descendentes dos filhos de Noé (Gênesis 9,19; 10,32). Nem Paulo hesita em afirmar que Deus “E de um só sangue fez toda a geração dos homens” (Atos 17,26).


Fonte: Teologia Sistemática - TP Simmons - Capítulo 3.