O fogo.
Enquanto a água significa o nascimento e a fecundidade da Vida dada no Espírito Santo o fogo simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito Santo O profeta Elias, que "surgiu como um fogo cuja palavra queimava como uma tocha" (Eclo 48,1), por sua oração atrai o fogo do céu sobre o sacrifício do monte Carmelo, figura do fogo do Espírito Santo que transforma o que toca. João Batista, que caminha diante do Senhor com o espírito e o poder de Elias" (Lc 1,17), anuncia o Cristo como aquele que "batizará com o Espírito Santo e com o fogo" (Lc 3,16), esse Espírito do qual Jesus dirá "Vim trazer fogo à terra, e quanto desejaria que já estivesse acesso (Lc 12,49). É sob a forma de línguas "que se diriam de fogo" o Espírito Santo pousa sobre os discípulos na manhã de Pentecostes e os enche de Si. A tradição espiritual manterá este simbolismo do fogo como um dos mais expressivos da ação do Espírito Santo Não extingais o Espírito" (1Ts 5,19).
No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.
Ora, esta plenitude do Espírito não devia ser apenas a do Messias; devia ser comunicada a todo o povo messiânico. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito, promessa que realizou primeiramente no dia da Páscoa. e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de Pentecostes. Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começam a proclamar "as maravilhas de Deus" (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo
NO TEMPO DA IGREJA
No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, "reunidos no mesmo lugar" (At 2,1), esperando-o, "todos unânimes, perseverando na oração" (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração.
Pentecostes dia da manifestação pública de Jesus
"Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizará na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente." Foi então que "a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação". Por ser "convocação" de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos.
A ECONOMIA SACRAMENTAL
No dia de Pentecostes, pela efusão do Espírito Santo, a Igreja é manifestada ao mundo. O dom do Espírito inaugura um tempo novo na "dispensação do mistério": o tempo da Igreja, durante o qual Cristo manifesta, toma presente e comunica sua obra de salvação pela liturgia de sua Igreja, "até que ele venha" (1 Cor 11,26). Durante este tempo da Igreja, Cristo vive e age em sua Igreja e com ela de forma nova, própria deste tempo novo. Age pelos sacramentos; é isto que a Tradição comum do Oriente e do Ocidente chama de "economia sacramental"; esta consiste na comunicação (ou "dispensação") dos frutos do Mistério Pascal de Cristo na celebração da liturgia "sacramental" da Igreja. Por isso, importa ilustrar primeiro esta "dispensação sacramental" (Capítulo I). Assim aparecerão com mais clareza a natureza e os aspectos essenciais da celebração litúrgica (Capítulo II.).
Pentecostes dia da plena revelação da Trindade
Nesse dia é revelada plenamente a Santíssima Trindade. A partir desse dia, o Reino anunciado por Cristo está aberto aos que crêem nele; na humildade da carne e na fé, eles participam já da comunhão da Santíssima Trindade. Por sua vinda e ela não cessa, o Espírito Santo faz o mundo entrar nos "últimos tempos", o tempo da Igreja, o Reino já recebido em herança, mas ainda não consumado:
Vimos a verdadeira Luz, recebemos o Espírito celeste, encontramos a verdadeira fé: adoramos a Trindade indivisível, pois foi ela quem nos salvou.
domingo, 24 de maio de 2015
sábado, 9 de maio de 2015
PARABÉNS MAMÃES
Uma mulher, pela imensidão de seu amor ,
tem um pouco de Deus , e muito de anjo
pela incansável solicitude dos cuidados seus.
Uma mulher que , ainda jovem,
tem a tranqüila sabedoria de uma anciã ,
na velhice ,
o admirável vigor da juventude;
Se de pouca instrução,
desvenda com intuição inexplicável os segredos da vida e,
se muito instruída
age com simplicidade de menina.
Uma mulher que , sendo pobre ,
tem como recompensa a felicidade dos que ama,
e quando rica,
todos os seus tesouros daria para não sofrer no coração a dor da
ingratidão .
Uma mulher que , sendo forte,
estremece com o gemido de uma criança e,
sendo frágil ,
consegue reagir com a bravura de um leão.
Uma mulher que , enquanto viva,
não lhe damos o devido valor porque ao seu lado todas as dores são
esquecidas ; entretanto , quando morta,
daríamos tudo o que somos e tudo o que temos
para vê-la de novo ao menos por um só momento,
receber dela um só abraço , e ouvir de seus lábios uma só palavra.
Dessa mulher não me exijas o nome,
se não quiseres que turve de lágrimas esta lembrança,
porque ... já a vi passar em meu caminho.
Quando teus filhos já estiverem crescidos,
lê para eles estas palavras.
E, enquanto eles cobrem a tua face de beijos,
conta-lhes que um humilde peregrino,
em paga da hospedagem recebida,
deixou aqui para todos o esboço do retrato de sua própria mãe...
(autor desconhecido)
Parabéns mamães!
Minha mãe Dona Cida, Minha sogra Dona Isabel,minha esposa Edite e demais mamães da família!
Minha mãe Dona Cida, Minha sogra Dona Isabel,minha esposa Edite e demais mamães da família!
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terça-feira, 21 de abril de 2015
9º ano de casados – Bodas de Cerâmica ou Vime
Eh, 9 anos de casados hoje...
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Aqui na internet descobri que é Bodas de Cerâmica ou Vime:
Vime (do latim vimen) é um material utilizado desde tempos primitivos, originalmente oriundo de varas moles e flexíveis do vimeiro e que passou a designar qualquer matéria-prima de origem vegetal com tais características e que, trançado, possui diversos usos, principalmente na manufatura de cestos e móveis.
A cerâmica é a arte ou a técnica de produção de artefatos de objetos tendo a argila como matéria-prima.
Bem,
O Vime é um material maleável, e maleabilidade é sempre necessário durante um casamento, e significa também resistência, e ao chegar as bodas de vime, significa que o casal com certeza é resistente, e que já passou por todos os ‘atrapalhos’ de uma vida a dois.
Já a Cerâmica também é colocada como símbolo de resistência, afinal para essa peça ficar pronta, ela é submetida a altas temperaturas, mas mesmo com toda essa força, ela representa delicadeza, e deve ser manuseada com muito cuidado, e é com esse mesmo cuidado que o casamento deve ser levado em frente.
Que as pedras pelo caminho sejam eliminadas com amor, humildade e respeito.
Não deixemos de lado a compreensão, e que perseveremos para conquistar todos nossos objetivos, e lutemos para vencer todos os obstáculos.
Agradecemos a Deus por nos cobrir com seu manto sagrado e abençoar toda a trajetória de suas vidas e por nossos maiores presentes: Rafael & Isabela.
Que o Senhor possa abençoar toda a trajetória de nossas vidas!
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Aqui na internet descobri que é Bodas de Cerâmica ou Vime:
Vime (do latim vimen) é um material utilizado desde tempos primitivos, originalmente oriundo de varas moles e flexíveis do vimeiro e que passou a designar qualquer matéria-prima de origem vegetal com tais características e que, trançado, possui diversos usos, principalmente na manufatura de cestos e móveis.
A cerâmica é a arte ou a técnica de produção de artefatos de objetos tendo a argila como matéria-prima.
Bem,
O Vime é um material maleável, e maleabilidade é sempre necessário durante um casamento, e significa também resistência, e ao chegar as bodas de vime, significa que o casal com certeza é resistente, e que já passou por todos os ‘atrapalhos’ de uma vida a dois.
Já a Cerâmica também é colocada como símbolo de resistência, afinal para essa peça ficar pronta, ela é submetida a altas temperaturas, mas mesmo com toda essa força, ela representa delicadeza, e deve ser manuseada com muito cuidado, e é com esse mesmo cuidado que o casamento deve ser levado em frente.
Que as pedras pelo caminho sejam eliminadas com amor, humildade e respeito.
Não deixemos de lado a compreensão, e que perseveremos para conquistar todos nossos objetivos, e lutemos para vencer todos os obstáculos.
Agradecemos a Deus por nos cobrir com seu manto sagrado e abençoar toda a trajetória de suas vidas e por nossos maiores presentes: Rafael & Isabela.
Que o Senhor possa abençoar toda a trajetória de nossas vidas!
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Rezar ou Orar
Ola pessoal, estaremos trabalhando sobre a importância da oração esse final de semana com os crismandos e sempre aparece essa pergunta: Qual a diferença de Rezar e Orar? Então, segue abaixo:
Rezar e Orar são sinônimos conforme dicionário.
A Liturgia da Santa Igreja — cuja língua materna é o latim — emprega em diversas circunstâncias o oremus, que se traduz em vernáculo por oremos ou rezemos, posto que são sinônimos.
Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa “pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo”; o segundo, “ler em voz alta e clara” (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet, Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469).
Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.
Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam como crentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.
Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.
Bem, espero que ficou claro!
Rezamos a oração que o Senhor nos ensinou...
sábado, 28 de março de 2015
O DOMINGO DE RAMOS
"A cidade de Jerusalém fervilhava de gente. Judeus de todos os cantos estavam chegando para uma semana de comemorações da Páscoa.
Todos comentavam a última história sobre JESUS.
Logo que chegou a noticia de que Jesus estava a caminho de Jerusalém, uma multidão entusiasmada partiu ao seu encontro.
Jesus e seus discípulos haviam chegado Betânia.
-Vão à aldeia - disse Jesus a dois de seus discípulos. – Tragam- me o jumentinho que encontrarão preso junto á mãe dele. Se alguém perguntar o que vocês pretendem, digam-lhe que o mestre precisa dele e em breve o devolverá.
Os discípulos fizeram como Jesus disse.
Quando levaram o jumentinho a Jesus, os discípulos estenderam seus mantos no lombo dele para fazerem uma sela.
O jumento não ficou assustado quando Jesus o montou, embora ninguém nunca o tivesse montado. Ele avançou orgulhosamente, e os peregrinos que tinha viajado com Jesus começaram a acotovelar-se e a dar vivas, enquanto todos iniciavam a íngreme subida até a cidade.
O profeta Zacarias havia predito anos atrás, que um dia o verdadeiro Rei chegaria, não galopando em um cavalo de guerra, mas montado em pacífico jumento. Jesus estava mostrando a todos os que tinham olhos para ver que ele era o Rei, ao entrar em paz em sua capital.
A multidão de Jerusalém apressou-se a descer para se reunir aos recém- chegados. Alguns foram à frente e estenderam seus mantos para fazer uma estrada real para Jesus. Outros arrancaram ramos das palmeiras e os espalharam pelo caminho.
- Hosana! – gritavam. – Salve-nos agora, Deus! Chegou o Rei há tanto tempo prometido! Deus abençoe aquele que vem em nome do Senhor!
Finalmente, o jumentinho, com o Rei às costas, entrou nas ruas de Jerusalém."
Após ler estas palavras do evangelho, uma pergunta me vem à mente: "E se este jumentinho achasse que tudo aquilo fosse para ele e não para o Senhor?
Quando somos escolhidos pelo Senhor para uma missão, será que levamos aos irmãos o nome de Senhor Jesus ou o nosso? Somos imagem e semelhança de Deus e não o próprio Deus.
Será que temos a consciência do que é sermos servos missionários e que mesmo que o povo nos aplaudam, na verdade, tudo é de Cristo, por Cristo e para Cristo?
Você já parou para pensar que na verdade é o Senhor que nos escolhe, nos separa e nos capacita para servi-lo?
Como o jumentinho que foi preparado com mantos e depois o Senhor montou, assim devemos ser, servos de Cristo. Devemos nos preparar da melhor maneira possível, espiritualmente e tecnicamente falando, para que Jesus seja apresentado como alguém muito especial e o povo veja o carinho que temos pelos dons e carismas que Ele nos confiou.
É bem verdade que muitas vezes somos surpreendidos pela vaidade e deixamos que o orgulho nos envolva, mas queiramos, pela misericórdia de Deus, ser apenas um jumentinho, um instrumento do qual o Senhor se utiliza para chegar ao seu povo.
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